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Ciência & Tecnologia





Tecnologia: Usuário do Facebook é condenado no Egito


 

 

ASSOCIATED PRESS

 

O advogado do egípcio que oferecia conselhos no Facebook para futuros integrantes do serviço militar do país disse que o tribunal condenou seu cliente a seis meses de prisão por revelar segredos militares.

 

Gamal Eid disse nesta terça-feira, 30, que Ahmed Bassiouni, de 30 anos, criou um grupo no Facebook para ajudar jovens a passar pelos canais burocráticos do serviço militar, que é obrigatório para todos os homens egípcios.

 

Eid disse que Bassionuni publicou informação encontrada na internet e em jornais, como documentos necessários para o serviço militar.

 

Bassiouni foi preso no dia 12 e acusado de revelar segredos militares e de publicar informações sem permissão.

 

Grupos de ativistas dizem que o julgamento reflete as restrições à liberdade de expressão e de acesso a informação no Egito.


1º/12/2010   -    07h51

 

 

Ciência: Britânicos acreditam que cientistas deveriam achar aliens e cura para o câncer

 

AGÊNCIA REUTERS LIFE

 

 

 

 

Metade dos britânicos acredita em extraterrestres e quase 80% afirmam que o câncer é uma doença cuja vacina precisa ser descoberta. Os dados são de uma pesquisa realizada com 2.000 pessoas por uma das mais tradicionais instituições científicas do mundo, a Royal Society, pelos seus 350 anos de existência.

 

Na opinião de 66% dos entrevistados, a prioridade dos cientistas deveria ser o controle e a erradicação de doenças. Outros 53% disseram que gostariam de ter a vida prolongada como consequência dos avanços da ciência.

 

"A ciência é uma busca sem fim do conhecimento. Nos próximos 350 anos, nosso apetite para descobertas poderia levar à cura do câncer, à solução para a mudança climática e até à descoberta da vida extraterrestre", diz Martin Rees da Royal Society.

 

Depois do câncer, a prevenção contra o vírus HIV/aids é vista como um dos acontecimentos mais significativos (60%), seguida à da malária (37%).

 

Depois da medicina, a mudança climática é a segunda maior prioridade entre os entrevistados, principalmente entre os jovens de 18 a 24 anos, o que sugere uma maior preocupação sobre o aquecimento global entre as novas gerações.

 

A pesquisa indica ainda que aproximadamente 44% dos entrevistados acreditam em extraterrestres. E um terço deles pensa que os cientistas deveriam procurar ativamente pelos seres no espaço, além de fazer contato com eles. Contraditoriamente, a cada dez pessoas, somente uma indica que a exploração espacial deveria ser prioridade entre a comunidade científica.

 

1º/12/2010   -    07H45



iPad é o presente mais requisitado em 2010

 

O ESTADÃO

 

O iPad é o presente do ano. Até os detratores do tablet da Apple têm de se conformar com o fato de que nenhum outro aparelho chamou tanta atenção em 2010.

 

 


 

O iPad é perfeito? Está longe de ser. Por outro lado, não existe hoje no mercado nada comparável a ele. Nem as cópias chinesas, tampouco os primeiros modelos de tablet com o sistema operacional Android, do Google.

 

Os números dão conta de explicar a parte mais superficial do fenômeno do iPad. A Apple registrou 3,7 milhões de iPads vendidos nos primeiros três meses de mercado. Diferentes analistas especulam que as vendas em 2010 devem ficar numa larga margem que vai de 5 milhões a 8 milhões de unidades.

 

Contudo, para entender mais a fundo o por quê de tanto sucesso, é preciso levar em conta outros dois fatores. As virtudes do produto em si e a questão cultural que envolve ter um iPad.

 

No meu primeiro mês com o iPad, escrevi aqui para o Link (na edição de 10 de maio) que o considerava altamente viciante. Vício, por definição, é algo que se pode largar com certa força de vontade. Não cogito a possibilidade de não ter um iPad comigo, ele tornou-se peça indispensável em meu cotidiano.

 

Quem saiu de cena foi o notebook. É uma mudança de hábitos enorme, feita sem traumas.

 

Se antes eu assistia a um programa na TV com o notebook na mão, hoje faço o mesmo com o iPad, com a vantagem de ele não esquentar e de ser muito mais leve. Isso quando o próprio iPad não substitui a televisão.

 

Raramente assistia a filmes e séries e lia livros ou revistas diretamente no notebook. Todo dia, gasto algumas boas horas lendo e assistindo a vídeos no iPad. E a bateria aguenta bem, quase sempre acaba no segundo dia de uso.

 

No fim de semana, o notebook sempre ficou meio de canto, principalmente em viagens. O iPad, mesmo quando estou em lugares ermos e sem conexão à internet, está sempre à mão.

 

Pesquisa pessoal: desde que comprei o iPad, levei o notebook a apenas uma reunião (faço muitas durante a semana). Comprei somente um livro em papel (mais de 20 no iPad) e não pisei mais em uma banca para comprar revistas importadas – fora que, com o preço de uma Wired vendida no Brasil, compro a revista e mais outras três no iPad.

 

Pontos fracos

O iPad é ruim para escrever textos longos, mas isso é facilmente resolvido com um teclado Bluetooth.

 

O que não quer dizer que não haja muito para ser aprimorado. O ponto crítico é o backup, que demora horas quando há muitos apps baixados. Fora que não custava ter uma câmera – não para tirar fotos, mas para usar o Skype – e uma entrada USB.

 

O Bluetooth poderia ser menos policiado. Aliás, a polícia do software da Apple poderia largar de ser rígida e liberar conteúdo adulto.

 

Mas sou otimista em relação ao futuro. Pelo menos na parte técnica, a Apple deve ouvir os consumidores. E arrisco dizer que, depois do iPad, o seu próximo notebook será um tablet.

 

29/11/2010   -   08h17

 

 

Mulheres solteiras são proibidas de usar celulares em vila indiana

 

 

FOLHA DE SÃO PAULO

 

O governo da pequena vila de Lank, no norte da Índia, decidiu proibir mulheres solteiras de usar telefones celulares. A informação é do site Gizmodo.

 

A medida foi realizada para impedir que elas conseguissem pretendentes sem a interferência de seus pais --algo considerado crime pela lei local.

 

Aparelhos celulares são extremamente populares na Índia, e o crescimento desses produtos no mercado do país impulsionou a decisão de proibir seu uso.

 

Homens solteiros ainda podem usar seus celulares, desde que o façam sob supervisão dos pais.

 

A população de Lank é de cerca de 50.000 pessoas.

 

25/11/2010   -   08H43

 

 

Faixa desaparecida de Júpiter está ressurgindo, dizem cientistas

 

AGÊNCIAS DE NOTICIAS

 

Novas imagens da Nasa indicam que uma das faixas que "desapareceu" da atmosfera no planeta Júpiter há alguns meses está dando sinais de retornar. As novas observações ajudarão os cientistas a entender melhor a interação entre os ventos do planeta gigante e a química de suas nuvens.


ASA/JPL/UH/NIRI/Gemini
ASA/JPL/UH/NIRI/Gemini
Sobreposição de imagens infravermelhas mostra começo da limpeza da camada de nuvens

 

No primeiro semestre, astrônomos amadores notaram que uma antiga faixa de coloração marrom, conhecida como Cinturão Equatorial Sul, logo abaixo do equador do planeta, havia embranquecido. No início de novembro, o astrônomo amador Christopher Go, das Filipinas, viu um ponto incomumente brilhante na área onde antes ficava a faixa. O fenômeno chamou a atenção dos cientistas da Nasa.

 

Depois de realizar observações com vários telescópios, os pesquisadores agora acreditam que a faixa está mesmo voltando.

 

"O motivo pelo qual Júpiter pareceu 'perder' a faixa - que se camuflou entre as faixas brancas ao redor - é que ventos secos que mantinham a região sem nuvens pararam", disse Glenn Orton, pesquisador do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa.

 

"Uma das coisas que estávamos procurando nas imagens de infravermelho era evidência de que o material escuro emergindo a oeste da mancha brilhante era, na verdade, o início da limpeza da camada de nuvens, e foi exatamente o que vimos".

 

Essa camada de nuvens brancas é feita de gelo de amônia. Quando as nuvens brancas flutuam até altas altitudes, elas encobrem o material marrom, que fica mais abaixo. Num intervalo de algumas décadas, o Cinturão Equatorial Sul fica completamente branco por até três anos, um evento que intrigava os cientistas.

 

A faixa branca não foi a única coisa a mudar no planeta. Ao mesmo tempo, a Grande Mancha Vermelha tornou-se mais escura. Orton disse que a cor da mancha - uma tempestade que tem três vezes o tamanho da Terra e já dura mais de um século - provavelmente ficará mais brilhante à medida que o cinturão retorna.

 

 

25/11/2010     -     08H38

 

 

 

Cientistas analisam tipos de alga que teriam um bilhão de anos

 

BBC BRASIL

 

Cientistas que estudavam duas espécies de algas que crescem em regiões profundas dos oceanos concluíram que elas podem ter surgido cerca de um bilhão de anos atrás e seriam verdadeiros "fósseis vivos".

 

A descoberta, feita por uma equipe de pesquisadores nos Estados Unidos e da Bélgica, pode transformar as teorias sobre quais plantas seriam as precursoras de todas as plantas verdes existentes hoje.

 

Os estudiosos recolheram amostras de algas que já eram conhecidas e pertenciam a dois gêneros, Palmophyllum e Verdigellas.

 

M & D Littler/Smithsonian

Estudo de algas Verigellas fornece novas hipóteses sobre tipo de planta ancestral de todas que existem hoje

Estudo de algas Verigellas fornece novas hipóteses sobre tipo de planta ancestral de todas que existem hoje

 

Elas foram encontradas a cerca de 200 metros no fundo do mar e, segundo os estudiosos, possuem pigmentos especiais que permitem aproveitar a luz que chega a essa profundidade para fazer a fotossíntese.

 

Os cientistas foram os primeiros a analisar o genoma dos dois organismos. E foi esta análise que revelou a impressionante origem dessas algas.

 

As conclusões da equipe foram publicadas na revista científica "Journal of Phycology".

 

DIFERENTES

 

As plantas verdes até hoje foram classificadas em dois grandes grupos, ou clados --grupos de espécies com um ancestral comum.

 

Um deles inclui todas as plantas terrestres e as algas verdes com estruturas mais complexas, conhecidas como carófitas. O outro clado, o das clorófitas, abrange todas as algas verdes restantes.

 

A maioria dos estudos feitos anteriormente tentou determinar quais plantas antigas deram origem às carófitas, mas houve poucas pesquisas sobre a origem das outras algas verdes.

 

O cientista Frederick Zechman, da California State University, em Fresno, e sua equipe coletaram e estudaram amostras de Palmophyllum encontradas na região da Nova Zelândia (oceano Pacífico), e Verdigellas da região oeste do Atlântico.

 

Elas são bastante peculiares, porque embora sejam multicelulares, cada uma de suas células não parece interagir com as outras de forma significativa.

 

Cada célula está acomodada sobre uma base gelatinosa que pode dar origem a formas complexas, como caules.

 

Os cientistas analisaram o DNA nas células das algas e concluíram que, em vez de pertencer ao clado das clorófitas, as duas espécies eram, na verdade, de um grupo novo e distinto de plantas verdes incrivelmente antigo.

 

Algas analisadas têm estrutura celular diferente de outras, e os cientistas acham que elas são tão diferentes, que deveriam ser classificadas em uma ordem própria.

 

"Ao compararmos essas sequências genéticas aos mesmos genes em outras plantas verdes, descobrimos que essas algas verdes estão entre as primeiras plantas verdes divergentes, ou seriam talvez a primeira linhagem divergente de plantas verdes", disse Zechman à BBC.

 

Se este for o caso, segundo o cientista, essas algas poderiam ter surgido há um bilhão de anos.

 

PROGENITORAS DE PLANTAS

 

Para ele, a descoberta poderia "transformar" a visão que se tem sobre qual planta verde foi a ancestral de todas as que existem hoje.

 

Até o presente, os cientistas acreditavam que a progenitora das plantas verdes seria uma planta unicelular com uma estrutura em forma de cauda chamada flagelo, que permitia que a planta se movesse na água.

 

Mas a equipe de Zechman não encontrou flagelos nas algas observadas, o que pode ser uma indicação de que as plantas verdes mais antigas do planeta podem não ter tido flagelos.

 

Zechman disse que as algas estudadas por sua equipe podem ser qualificadas como "fósseis vivos", embora não se tenha conhecimento da existência de fósseis reais dessas algas.

 

Sua habilidade de utilizar luz de intensidade baixa permite que cresçam em águas profundas --o que pode ser a chave de sua impressionante longevidade.

 

Em profundezas como essas, as plantas sofrem menos perturbações provocadas por ondas, variações de temperatura e por predadores herbívoros que poderiam se alimentar delas.

 

24/11/2010   -   08h52



Força Aérea americana alerta militares contra uso de localizadores no Facebook

 

 

 

AGÊNCIA ASSOCIATED PRESS, EM WASHINGTON

 

A Força Aérea americana alertou seus militares a terem cuidado ao usar a rede social Facebook e outros sites populares, porque algumas novas funções poderiam mostrar ao inimigo exatamente onde as forças dos EUA estão localizadas nas zonas de guerra.

 

Em um alerta divulgado em seu site interno neste mês, a Força Aérea disse que "o uso sem cuidado desses serviços por militares pode ter implicações devastadoras de segurança e privacidade". A mensagem também foi enviada a altos comandantes, que foram solicitados a transmitir o comunicado a suas equipes.

 

Os aplicativos, que são oferecidos por uma série de sites --incluindo Facebook, Foursquare, Gowalla e Loopt--, podem identificar a localização do usuário, até mesmo localizá-lo como um ponto em um mapa.

 

Uma preocupação central é de que as forças inimigas poderiam usar essas ferramentas em zonas de guerra para localizar militares que usam um Blackberry ou outro smart phone, e que tenham acessado esses aplicativos.

 

Serviços de localização têm ganhado popularidade com o uso de smart phones com GPS e mecanismos semelhantes.

 

Na maioria dos casos, porém, os usuários precisam entrar no programa manualmente e se inscreverem --ou listar uma localização-- para que ela seja mostrada.

 

18/11/2010   -    07H45

 

 

 

Bióloga transexual contraria tese de Darwin sobre seleção sexual

 

GIULIANA MIRANDA DE MANAUS

 

Em sua primeira visita ao Brasil, a bióloga americana Joan Roughgarden, 64, professora da Universidade Stanford e referência em estudos sobre homossexualidade no mundo animal, atacou a teoria de seleção sexual de Charles Darwin.


Para a cientista, que em 1998 fez uma cirurgia de mudança de sexo e deixou de se chamar Jonathan para virar Joan, Darwin estava "profundamente equivocado" ao descrever padrões rígidos de distinção entre os sexos.


O conceito de seleção sexual é um dos componentes da teoria da evolução.

 

Daniel Deak/Divulgação

Para cientista, que fez operação de mudança de sexo em 1998, existe  gradação entre machos e fêmeas na natureza
Para cientista, que fez operação de mudança de sexo em 1998, existe gradação entre machos e fêmeas na natureza

 

Darwin diz que as fêmeas, por gastarem mais tempo e energia com a criação da prole, tendem a ser mais recatadas, escolhendo os parceiros rigidamente, muitas vezes com base em características físicas exageradas -as caudas dos pavões ou os chifres dos veados, por exemplo.

 

Tais traços serviriam, para as fêmeas, como indicador de qualidade genética, enquanto os machos tenderiam a ser mais promíscuos.
Roughgarden se opõe a isso e afirma que não há um padrão rígido de comportamento para machos e fêmeas. Haveria, na realidade, várias gradações entre o feminino e o masculino.

 

RELAÇÃO MACHO E FÊMEA

 

Ela cita várias pesquisas indicando que, na natureza, nem mesmo a relação entre macho e fêmea pode ser considerada padrão.

 

"Há mais de 300 espécies de vertebrados com registro de homossexualidade. Um terço dos peixes de recifes de coral pode trocar de sexo durante a vida. A seleção sexual não explica isso", diz.

 

No lugar do conceito de Darwin, Roughgarden propõe a teoria de "seleção social". Além de compreender as várias gradações entre os gêneros, a teoria afirma que, na natureza, é comum haver sexo sem fins reprodutivos.

 

FOLHA DE SÃO PAULO

 

 

12/11/2010   -    09h09

 

 

 

Pesquisadores acham sistema estelar que parece com jogo de sinuca

 

O sistema estelar NN Serpentis, que fica a 1.670 anos-luz da
Terra, lembra muito a configuração de um jogo de sinuca

 

DO R7.COM

 

Astrônomos das universidades de Warwick e de Sheffield, no Reino Unido, ajudaram a descobrir um sistema estelar incomum posicionado como se representasse um jogo de sinuca, com cada estrela no papel de uma bola, sendo uma de cor vermelha, uma branca e duas de outras cores. 

Os pesquisadores tiveram um papel importante na equipe internacional que usou duas décadas de observações feitas em telescópios de todo o mundo. 

Eles ajudaram a descobrir esse sistema estelar em forma de sinuca por meio de observações e análises de dados feitos a partir da ultracam, uma câmera projetada pelos pesquisadores britânicos da equipe. 

Os cientistas observaram um sistema estelar binário que fica a 1.670 anos-luz (distância percorrida pela luz em um ano no vácuo) da Terra. Chamado de NN Serpentis, é formado por duas estrelas, uma anã vermelha e outra branca, que giram uma em volta da outra, em uma órbita estreita e apertada. 

Por sorte, como a Terra fica no mesmo plano desse sistema estelar binário, podemos ver a vermelha (que é maior) esconder a branca a cada três horas e sete minutos. 

Até agora, os pesquisadores diziam que deveria haver pelo menos um planeta orbitando essas duas estrelas. No entanto, por meio desses eclipses frequentes, os astrônomos conseguiram detectar um padrão de pequenas irregularidades na órbita das estrelas. Eles também ajudaram a demonstrar que esse padrão é causado pela presença e pela influência gravitacional de dois planetas gigantes formados por gases. O maior deles tem seis vezes a massa de Júpiter e orbita o sistema estelar binário a cada 15,5 anos enquanto o o menor leva 7,5 anos e tem cerca de 1,6 vez a massa do maior planeta de nosso sistema. 


Por causa da forma do sistema estelar e de como ele se originou, a associação com o jogo de sinuca foi inevitável para os pesquisadores britânicos que pertencem à equipe internacional, explicou Tom Marsh, do departamento de física de Warwick. 


- É difícil fugir da imagem desse sistema como uma sinuca gigante por causa da bola vermelha, de duas coloridas e de uma branca.


 

10/11/2010   -   09h41

 

 

 

Folhateen: Baixar música de graça na internet está com os dias contados

 

FOLHA DE SÃO PAULO

 

A popularização da internet ao longo das últimas duas décadas promoveu uma verdadeira revolução que fez a indústria fonográfica amargar sua crise mais aguda.


Acostumada a vender música em disco, CD e rádio, o mercado musical teve que engolir nomes como download, MP3 player, truetones, ringtones, iPod, iTunes, fulltrack, fullvideo, shortvideo, Bluetooth, entre tantos outros, como explica Carlos Minuano, colaborador do Folhateen da Folha.

No áudio abaixo, o jornalista fala sobre as mudanças que podem ocorrem na lei e que devem mudar "a vida boa" de quem baixa música de graça na internet. Ouça.


http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/podcasts/826435-folhateen-baixar-musica-de-graca-na-internet-esta-com-os-dias-contados.shtml

 

 

 

08/11/2020   -   09H12

 

 

 

Estátua do avô de Tutankamon é encontrada ao sul do Egito

 

AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS - EFE

 

Uma estátua de quase 3.400 anos, que representa o faraó Amenhotep 3º, foi localizada por arqueólogos em uma cidade ao sul do Egito, Luxor.

 

A descoberta foi anunciada na última quinta-feira pelo secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades, Zahi Hawass. "É um dos achados mais lindos feitos no sítio funerário" de Amenhotep 3º, disse.

 

A estátua mostra o faraó sentado ao lado do deus Hórus (Sol), com a cabeça de falcão. A metade superior, feita em granito vermelho, estava no sítio do templo funerário de Amenhotep 3º, em Kom Al Hitan, a oeste de Luxor.

 

Os arqueólogos já haviam encontrado, no mês passado, outra estátua do faraó, datada de pelo menos 3.000 mil anos, na mesma região.

 

Amenhotep 3º reinou o Egito entre 1390 a.C e 1352 a.C e seria o avô de Tutankamon, segundo análises de DNA de diversas múmias.


  Efe  
Estátua mostra o faraó Amenhotep 3º sentado ao lado do deus Hórus,  ou deus Sol, com a cabeça de falcão
Estátua mostra o faraó Amenhotep 3º sentado ao lado do deus Hórus, ou deus Sol, com a cabeça de falcão

 

 

08/11/2010   -   09h10

 

 


Sonda da Nasa sobrevoa cometa e transmite pela internet

 

DAS AGÊNCIAS DE NOTICIAS

 

Depois de praticar o que poderia ser chamado de vandalismo espacial, uma sonda da Nasa tem um novo encontro --desta vez pacífico-- marcado com um cometa. Às 12h02 de hoje (horário de Brasília), a Epoxi passará a apenas 700 km do Hartley 2.

 

Se você é fã de exploração espacial, mas nunca ouviu falar dela, não se sinta mal: ocorre que, da última vez que apareceu com destaque nos jornais, a espaçonave tinha outro nome: Deep Impact.

 

Em 4 de julho de 2005, um projétil do tamanho de uma mesa de centro disparado por ela se chocou contra a superfície do cometa Tempel 1, enquanto a sonda registrava tudo. Era a força bruta em nome da ciência. A colisão propiciou os primeiros dados sobre a composição do interior do núcleo de um cometa.



AP
Ilustração da sonda Epoxi, que passará a apenas 700 km do cometa  Hartley 2; evento será transmitido
Ilustração da sonda Epoxi, que passará a apenas 700 km do cometa Hartley 2; evento será transmitido

 

Os resultados colhidos pela Deep Impact foram assunto para os cientistas ao longo dos anos seguintes. Mas o que fazer da espaçonave, que estava em "boa saúde" e completamente ociosa, vagando pelo Sistema Solar?

 

Coube à Nasa dar outros usos a ela. Além de usar suas câmeras para a inusitada tentativa de procurar planetas fora do Sistema Solar, foi planejado um encontro com um outro cometa, desta vez sem pancadaria. É justamente o evento marcado para esta quinta-feira.

 

PERSEGUIÇÃO POLICIAL

 

A história da sonda parece mesmo destinada a se assemelhar a um filme de ação. Para chegar ao Hartley 2, ela teve de fazer incontáveis ajustes de trajetória, realizando uma legítima cena de perseguição de automóveis à la "2001: Uma Odisseia no Espaço".

 

Tudo porque esse astro, embora pequeno, é bastante ativo, emitindo jatos gasosos o tempo todo. "Esses jatos podem agir como propulsores e fazer pequenas mudanças na órbita do cometa ao redor do Sol", explica Mike A'Hearn, investigador principal da missão.

 

Em geral, os cometas são basicamente bolas de gelo sujo, pedregulhos congelados que sobraram da época em que os planetas estavam se formando, 4,5 bilhões de anos atrás. Eles ficam vagando por aí e, dependendo da proximidade com o Sol, seu gelo começa a evaporar, produzindo os tais jatos (responsáveis pelo surgimento das espetaculares caudas que tornaram essa classe de objetos famosa).

 

O encontro desta quinta-feira, que será transmitido ao vivo pela internet no site de TV da Nasa, a partir das 8h30, será o quinto já feito por uma espaçonave a ponto de visualizar o núcleo de um cometa (e o segundo desta sonda). Mas promete ser um dos mais interessantes, tanto pelo nível de atividade do Hartley 2 como pela extensão das observações (em termos de dados brutos, essa será a mais densa série de coleta de dados feita por uma sonda de um núcleo cometário).

 

SONDA JÁ BUSCOU PLANETAS

 

Além de planejar o sobrevoo de um outro cometa para 2010, no que foi chamado de missão Dixi (sigla inglesa para Investigação Estendida da Deep Impact), a Nasa decidiu usar as câmeras da sonda para procurar planetas fora do Sistema Solar.

 

Esse esforço, batizado de Epoch (sigla para Observação e Caracterização de Planetas Extrassolares), envolveu a observação insistente de um punhado de estrelas que já tivessem um planeta gigante identificado previamente cuja trajetória o colocasse periodicamente entre sua estrela e a 'linha de visão' da sonda.

 

A ideia era coletar dados que pudessem sugerir a presença de outros planetas ou mesmo luas e anéis nos gigantes já conhecidos. A coleta de dados foi feita entre janeiro e agosto de 2008, mas não produziu muitos resultados definitivos.

 

A Epoch também envolveu a observação à distância da Terra e de Marte, na esperança de produzir "assinaturas" desses mundos que ajudem os cientistas a identificar futuramente planetas similares ao nosso ao redor de outras estrelas.

 

O atual nome da missão, Epoxi, é justamente uma combinação da siglas Epoch e Dixi.

 

04/11/2010   -   09H30

 


 

Estudante universitário dos EUA "prevê" própria morte via Twitter

 

Um estudante universitário dos Estados Unidos previu que iria morrer por meio do serviço de microblogs Twitter, minutos antes de a morte ocorrer em um acidente com uma torre na semana passada.

 

De acordo com informações do jornal "The Daily Telegraph", Declan Sullivan, 20, morreu quando estava filmando um jogo de futebol americano na Universidade de Notre Dame, Indiana, em uma torre de transmissão, que caiu com uma rajada de vento.



Declan Sullivan, 20, morreu quando filmava um jogo de futebol de uma torre; jovem previu morte no Twitter

 

Momentos antes do incidente, ele tuitou dizendo que as condições ali eram "apavorantes".

 

"Rajadas de vento a mais de 60 milhas por hora hoje vão ser divertidas no trabalho... Acho que eu já vivi o suficiente", disse.

 

Momentos depois, a torre caiu, em um evento que foi classificado como uma "extraordinária rajada de vento" pela universidade.

 

A instituição na qual o jovem estudava afirmou que está investigando o acidente.

 

03/11/2010   -   07h12

 

 

Ônibus espacial Discovery inicia última viagem na quarta

 

AGÊNCIAS DE NOTICIAS

 


O lançamento do ônibus espacial Discovery, programado para a última segunda-feira (1º), foi adiado para a esta quarta-feira (03).

 

John Raoux/AP
Ônibus espacial Discovery parado na Flórida, EUA, de onde sairá  para a Estação Espacial Internacional
Ônibus espacial Discovery parado na Flórida, EUA, de onde sairá para a Estação Espacial Internacional


A Nasa (agência espacial americana) detectou na última sexta-feira pequenos vazamentos no sistema de pressurização do veículo.

 

Os técnicos conseguiram consertar o Discovery, que, depois de amanhã, partirá da Flórida rumo à Estação Espacial Internacional.

 

Essa será a última viagem do Discovery, o mais antigo dos ônibus espaciais da Nasa. Ele tem 26 anos e 38 viagens realizadas ao espaço.

 

"É um veículo incrível, que sempre nos surpreende com tudo que é capaz de fazer", diz o diretor de testes da Nasa, Steve Payne.

 

O objetivo da missão é entregar à estação espacial equipamentos e um robô humanoide chamado Robonaut 2. A missão durará 11 dias.

 

A tripulação do Discovery, formada por seis astronautas americanos, também fará a manutenção de componentes na estação espacial.

 

Esse será o último lançamento de ônibus espaciais da Nasa em 2010. Apenas um lançamento está programado para 2011, em fevereiro. O governo quer concentrar os esforços da Nasa em veículos de exploração.

 

03/11/2010   -   07H02



Site de namoro para pessoas feias concretiza 1º noivado na Inglaterra

 

THE TELEGRAPH

 

A primeira agência de namoro voltada às pessoas tidas como feias está celebrando o primeiro noivado entre dois membros. As informações são do diário britânico "The Daily Telegraph" desta sexta-feira (29).

 

Tom Clifford, 36, e Janine Walker, 31, planejam se casar no final deste ano, após se encontrarem por intermédio do site The Ugly Bug Ball.

 

  Reprodução/Telegraph.co.uk  
Primeira  agência de namoro voltada às pessoas tidas como feias está celebrando o  primeiro noivado entre dois membros
Primeira agência de namoro voltada às pessoas tidas como feias está celebrando 1º noivado entre membros

 

O casal se conheceu em agosto por intermédio do espaço virtual.

 

O par se descreve como dono de "grande personalidade", além de dividirem gostos similares, como junkie food e jantares diante da televisão.

 

"Sempre pensei que era muito feio para encontrar a pessoa certa, mas minha vida mudou quando eu encontrei Janine", declarou Clifford, cujo "rosto faz crianças chorarem", segundo ele próprio.

 

"Ela é bonita e eu a amo em todas as possibilidades, Eu ainda não posso acreditar que isso esteja acontecendo."

 

"Sei que Tom não é nenhum Brad Pitt, mas eu também não sou Angelina Jolie", disse a namorada.

 

O site informou que se trata do primeiro noivado, e que presenteará o casal com uma viagem.

 

01/11/2010   -   07H40


Há até 25 planetas semelhantes à Terra, dizem cientistas

 

FOLHA ONLINE

 

Cientistas americanos acabam de descobrir que planetas do tamanho da Terra são bem mais comuns do que se imaginava até agora.

 

De cada cem estrelas parecidas com o Sol e localizadas a até 80 anos-luz daqui, cerca de um quarto pode ter planetas do tamanho da Terra.

 

Esse número, que já é considerado surpreendentemente alto, pode até estar subestimado, afirma o grupo.

 

Como os pesquisadores só analisaram os planetas mais próximos às estrelas (a uma distância equivalente a um quarto do percurso da Terra ao Sol), pode haver ainda mais "gêmeos" terrestres orbitando sóis por aí.

 

 

Editoria de Arte/Folhapress

 

 

Alguns deles estariam na zona habitável das estrelas --região com temperatura que permite água líquida, condição básica para a vida.

 

A afirmação é de um estudo liderado pelos astrônomos Andrew Howard e Geoffrey Marcy, da Universidade da Califórnia em Berkeley, publicado na "Science".

 

Para chegar ao resultado, eles analisaram 166 estrelas dos tipos G (o mesmo do Sol, com luz amarela) e K (um pouco menores e com coloração avermelhada).

 

Com base em cinco anos de observação, eles afirmam que o número de planetas em torno das estrelas aumenta conforme o tamanho deles fica mais próximo do da Terra.

 

Isso contraria uma das teorias mais aceitas sobre a formação e migração dos planetas. Segundo ela, na região onde os cientistas localizaram mais planetas, deveria existir uma espécie de "deserto planetário".

 

Até pouco tempo atrás, os cientistas só conseguiam detectar planetas gigantes, como Júpiter e Netuno.

 

A pesquisa do grupo americano --que usa um supertelescópio no Havaí- refinou os resultados até às chamadas super-Terras (planetas com massa entre três e dez vezes a da Terra).

 

A quantidade de planetas com massa realmente semelhante à Terra --até duas vezes-- foi feita por estimativa.

 

"Isso significa que a Nasa [agência espacial americana], ao desenvolver novas tecnologias para de fato encontrar planetas do tamanho da Terra na próxima década, não precisará ir muito longe", afirmou Howard.

 

Com a conclusão dos pesquisadores, ficamos um passo mais próximos de resolver a equação de Drake --conta que tenta estimar o número de civilizações extraterrestres da Via Láctea.

 

Criada em 1961 pelo americano Frank Drake, a equação tem diversas variáveis que ainda não são conhecidas, como a quantidade de planetas onde, de fato, existe vida.

 

01/11/2010   -   07h34

 

 

Vendas de iPhone superam as de BlackBerry no mundo

 

O iPhone superou o BlackBerry em vendas no mundo, segundo uma pesquisa divulgada pela Strategy Analytics nesta sexta-feira (29). A líder de mercado, no entanto, prossegue sendo a finlandesa Nokia.

 

De acordo com os números, a Apple vendeu 14,1 milhões de aparelhos durante o último trimestre fiscal - número 91% acima do mesmo trimestre do ano passado.

 


 

Já a RIM comercializou 12,4 milhões de unidades do BlackBerry durante o período. Mesmo com o número de unidades vendidas menor, a RIM marcou um crescimento de 46% nas vendas de BlackBerry em relação ao ano passado.

 

Mesmo assim, a Nokia mantém a posição de maior fabricante de celulares do mundo, com acúmulo de vendas em 110,4 milhões de unidades durante o terceiro trimestre.

 

Ainda segundo a pesquisa, um total de 327 milhões de aparelhos celulares foram vendidos no mundo durante o terceiro trimestre deste ano - ou 291 milhões em relação ao mesmo período do ano passado.

 

Entretanto, a companhia disse que o crescimento ficou abaixo das expectativas devido a volatilidade da economia.

 

Já a Samsung teve 71 milhões de celulares vendidos, enquanto a LG vendeu 24,8 milhões de aparelhos --marcando, respectivamente, 4º e 5º lugares dentre as marcas mais vendidas no mundo no período.


30/10/2010   -   08H27

 

 

Pela primeira vez, TSE concede direito de resposta no Twitter

 

 

 

FELIPE SELIGMAN
DE BRASÍLIA

 

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) concedeu pela primeira vez na história um direito de resposta no microblog Twitter. Ao discutir o tema, ministros se mostraram preocupados em como tornar efetiva esta decisão.

 

O tribunal aceitou pedido da coligação "O Brasil pode mais", do tucano José Serra, contra o deputado estadual Rui Falcão (PT-SP), que terá de postar dois tweets --mensagens de no máximo 140 caracteres-- escritos pela campanha de Serra, em resposta a outros dois comentários feitos por ele no dia 19 de outubro.

 

Na ocasião ele disse, em um primeiro tweet: "Cuidado com os telefonemas da turma do Serra. No meio das ligações, pode ter gente capturando seu nome para usar criminosamente...". No segundo, o petista completou: "...podem clonar seu número, pode ser ligação de dentro dos presídios, trote, ameaça de seqüestro e assim por diante. Identifique quem liga!".

 

O relator do caso, ministro Henrique Neves, entendeu que as mensagens foram ofensivas e que mereceriam resposta. Ele então fez duas sugestões.

 

A primeira seria responder em dois tweets o que foi escrito por Falcão. A segunda seria publicar essa resposta, por tempo determinado, no espaço destinado à biografia do petista.

 

Por unanimidade, os ministros determinaram a publicação imediata por Falcão, a partir da intimação da decisão, das respostas enviadas pela campanha de José Serra em dois tweets.

 

As mensagens a serem publicadas afirmam que Falcão foi penalizado pelo TSE com esse direito de resposta e que a coligação do tucano sempre "agiu com lisura, de forma íntegra e respeitando todos os eleitores".

 

CUMPRIMENTO

Por volta das 23h desta sexta, Rui Falcão cumpriu a decisão judicial.

 

Em duas atualizações em sua página, escreveu: "Justiça eleitoral puniu Rui Falcão com este direito de resposta por ofensas à campanha de José Serra vinculadas em seu Twitter. Cabe esclarecer que a comunicação feita pela campanha de Serra agiu com lisura, de forma íntegra, respeitando todo os eleitores!"


30/10/2010   -   08h00

 

 

 

 Garoto de 12 anos descobre falha crítica no Firefox


 

Alex Miller, um garoto norte-americano de 12 anos, recebeu um cheque de US$ 3 mil por ter descoberto um bug crítico no navegador Firefox, da Mozilla. Como parte de um projeto de "caça aos defeitos", a quantia é paga pela empresa às pessoas que encontram - e comunicam à companhia ¿ falhas críticas em seu software.

 

Não é nada comum um garoto, prestes a entrar na adolescência, ganhar US$ 3 mil por menos de duas semanas de trabalho. Mas Miller também não é um garoto comum. E não estamos falando de levantar uns trocados lavando o carro daquele tio pão duro.

 

Miller, que mora em San Jose, Califórnia, passou cerca de 90 minutos por dia procurando falhas.

Depois de dez dias procurando, ele achou uma, e reportou para a Mozilla. Brilhante!

 

Há alguns meses, a Mozilla lançou um desafio, pedindo para que desenvolvedores e profissionais de programação encontrassem falhas graves de segurança no Firefox. Segundo o site CNET, Miller ficou sabendo do desafio quando a Mozilla ainda pagava US$ 500 pelas descobertas, e isso o motivou.

 

Após algum tempo ele começou sua pesquisa, sem saber que o valor oferecido a quem achasse as falhas já tinha subido. Trabalhando de forma regrada, por 90 minutos por dia, durante 10 dias, o menino da cidade de San Jose, nos EUA, descobriu uma brecha de segurança nos códigos do navegador, ganhando a recompensa de aproximadamente R$ 5.250.

 

"A Mozilla depende de colaboradores como esses para nossa sobrevivência. Somos uma comunidade formada majoritariamente por voluntários. Portanto, nós encorajamos as pessoas a se envolverem nesta comunidade, mesmo que nem todos sejam um gênio de 12 anos de idade", disse Brandon Sterne, gerente do Programa de Segurança da companhia.

 

De acordo com o jornal Mercury News, Sterne ainda disse que o acréscimo no valor pago aos profissionais se deu para refletir as mudanças na economia e no mercado.

 

A mãe do garoto, Elisa Miller, diz que ele é autodidata. "Ele aprendeu lendo os livros técnicos do pai. Acho que ele tem um dom para tecnologia", disse ela.

 

O jovem tem outras paixões, como badminton, política, aulas de violão e mandarim. Além disso, ele se empolga ao descrever sua missão de construir um robô de ataque mortal para participar da Olimpíada de Ciências do colégio onde estuda. Se continuar trilhando estes passos, certamente Alex terá um futuro brilhante.

 

28/10/2010   -   08H50

 

Maioria das espécies que enfrenta redução populacional consegue sobreviver

 

RICARDO MIOTO
FOLHA DE SÃO PAULO

 

CIENCIA

 

De mais de 25 mil espécies de vertebrados avaliadas por cientistas ao redor do mundo, 52 dão um passo em direção à extinção todos os anos --0,2% do total, portanto.

 

"Dar um passo em direção à extinção" significa mudar de status na classificação feita pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), que começa em "segura", passa por "vulnerável" e chega, finalmente, a "extinta".

 

Apesar dessa aparente boa notícia --ou ao menos uma notícia não tão trágica--, a situação global dos vertebrados ainda preocupa. No total, um quinto deles corre risco de desaparecer.

 

 

 

 

27/10/2010  -   11H01

 

 

Lua abriga tesouros como a prata, revela estudo

 

 


 

 

DIARIO DO GRANDE ABC

 

Solo lunar é mais rico do que se pensava até agora, com vestígios de prata em meio a uma mistura complexa de elementos e componentes encontrados dentro de uma das crateras da Lua, revelou um estudo publicado nesta quinta-feira.

Pesquisadores da Brown University, que analisaram partículas de poeira lunar, obtidas por uma colisão organizada pela Nasa no ano passado, descobriram uma surpreendentemente rica mistura que, além de prata, incluiu água e compostos como hidroxil, monóxido de carbono, dióxido de carbono, amônia e sódio livre.

"Este lugar parece um baú de tesouros de elementos, de compostos que foram liberados por toda a lua, e pararam neste local, em permanente escuridão", afirmou o geólogo da Brown University, Peter Schultz, chefe das pesquisas que serão publicadas em artigo na edição de 22 de outubro da revista Science.

As partículas lunares foram coletadas quando um foguete da Nasa atingiu a Lua cerca de um ano atrás, dando a cientistas a oportunidade de aprender sobre a composição do solo nos polos da Lua, algo que nunca havia sido examinado.

As descobertas foram feitas pelo Satélite Lunar CRater Observing and Sensing, da Nasa, ou missão LCROSS, um experimento de 79 milhões de dólares no âmbito do qual a agência espacial americana enviou um foguete para colidir com a cratera Cabeus, no polo sul lunar.

O foguete acertou a cratera a uma velocidade de 9 mil km/hora, provocando a elevação de uma enorme pluma de material do fundo da cratera, que permaneceu intocado pela luz do sol durante bilhões de anos.

Ao envio do foguete se seguiu, minutos depois, uma nave equipada com câmeras para registrar os efeitos do impacto.

Em novembro do ano passado, a Nasa divulgou as primeiras descobertas do experimento, ao anunciar a descoberta de uma "quantidade significativa" de água congelada na lua.

Schultz destacou, em seu estudo, que as missões Apolo, realizadas décadas atrás, já haviam encontrado não apenas vestígios de prata, mas também ouro, na face da Lua voltada para a Terra.

Mas a descoberta de prata na cratera Cabeus sugere que átomos de prata de toda a Lua migraram para os polos.

 

 

25/10/2010   -   10h20

 

Atividade agrícola em sítio arqueológico de Rondônia pode chegar a 8.000 anos

 

 

REINALDO JOSÉ LOPES

FOLHAONLINE

 

O sítio arqueológico conhecido como Garbin não existe mais. Tragado pelas obras da Usina Hidrelétrica Santo Antônio (RO), em seu lugar ficará o vertedouro da barragem -- uma espécie de válvula de escape da usina.

 

 

Antes que o sítio sumisse, porém, arqueólogos desenterraram ali sedimentos e artefatos que podem indicar que a agricultura na Amazônia foi "inventada" há uns 7.700 anos -- uma das datas mais antigas do continente, e a mais velha do Brasil.

 

A pista de que a técnica foi dominada em época tão remota é indireta, mas forte. Trata-se da chamada terra preta, solo rico em matéria orgânica que, até onde se sabe, só surge com o acúmulo constante de dejetos de origem animal e vegetal, característico do uso intensivo desses recursos.

 

"Se não era agricultura propriamente dita, eles, no mínimo, estavam fazendo um manejo intenso dos recursos vegetais", diz o arqueólogo Renato Kipnis, sócio da empresa Scientia Consultoria Científica e um dos coordenadores do trabalho.

 

AO RESGATE

 

Kipnis e seus colegas andam zanzando para cima e para baixo da BR-364, perto de Porto Velho, desde 2008. Por lei, as compensações ligadas a uma usina do porte da de Santo Antônio, no rio Madeira, exigem o resgate de possíveis bens de interesse arqueológico que apareçam na construção. A empresa do arqueólogo venceu a licitação para fazer o serviço.

 

"Imagine só quando percebemos que os principais sítios estavam bem no canteiro da obra", brinca Ricardo Márcio Martins Alves, gerente de sustentabilidade da Santo Antônio Energia. "Mas logo conseguimos nos organizar para que o trabalho dos arqueólogos fosse feito."

 

A equipe da Scientia descobriu que, em paralelo com a rodovia moderna, corria uma hidrovia pré-histórica. A calha do Madeira na região está coalhada de sítios, que abrangem ambas as margens do rio e também as ilhas e pedrais (rochas de corredeiras) no meio do leito. Há gravuras rupestres, cerâmica decorada, artefatos de pedra e terra preta para dar e vender.

 

"O incomum é que no sítio Garbin havia terra preta associada a artefatos de pedra, e não a cerâmica", diz a arqueóloga gaúcha Silvana Zuse, que integra a equipe.

 

Vasculhar esses instrumentos em busca de restos vegetais microscópicos pode indicar o que, afinal, os moradores do Garbin cultivavam. A aposta mais óbvia: mandioca, a lavoura amazônica por excelência.

 

"É chato saber que vários sítios vão sumir. Mas, se não fosse pela obra, dificilmente teríamos tanta verba para trabalhar aqui", diz a geóloga Michelle Mayumi Tizuka.


25/10/2010   -08h23


Game na web permite arremessar bolas de papel em José Serra

 

 

 

 

O candidato à Presidência José Serra (PSDB) ganhou um game temático na internet nesta quinta-feira (21), logo após ser atingido por uma bola de adesivos durante campanha presidencial no Rio de Janeiro.

 

Com o cenário do "Jornal Nacional", da Rede Globo, internautas podem arremessar bolas de papel no candidato, que se "esconde" por trás da bancada do programa televisivo. Quando o internauta acerta o candidato, Serra leva as mãos à cabeça (veja o jogo aqui).

 

Na quarta-feira (20), José Serra foi atingido na cabeça por um objeto que aparenta ser uma pequena bola de papel durante evento no Rio. O político participava de uma caminhada em Campo Grande (zona oeste do Rio), marcada por confronto entre petistas e tucanos.

 

No entanto, outro vídeo mostra que a bola de papel que atingiu Serra é anterior a arremesso de outro objeto.

 

Atingido, o tucano levou as mãos à cabeça. Serra cancelou agenda programada para a tarde de ontem no estádio do Maracanã, no Rio.

 

Ele foi encaminhado para o Hospital Samaritano, em Botafogo (zona sul). De acordo com o médico Jacob Kligerman, que o atendeu, não foi constatada nenhuma irregularidade na tomografia.

 

22/10/2010   -   08h54

 


Evidências sobre universo paralelo podem surgir em breve, dizem cientistas do Cern

 

 

DA AGENCIA REUTERS

 

 

Os físicos que investigam a origem do universo esperam ter, no ano que vem, as primeiras provas da existência de conceitos caros aos escritores de ficção científica, como mundos ocultos e dimensões extras.


À medida que o Grande Colisor de Hádrons (LHC) do Cern, nas proximidades de Genebra, na Suíça, opera com uma força maior, eles falam cada vez mais sobre uma "Nova Física" no horizonte, que poderia mudar por completo os pontos de vista atuais sobre o universo e o seu funcionamento.

 

 


"Universos paralelos, formas desconhecidas de matéria, dimensões extras... Isso não é coisa de ficção científica barata, mas teoria física muito concreta que os cientistas tentam confirmar com o LHC e outros experimentos."


Isso foi o que escreveram os integrantes do Grupo de Teoria do centro internacional de pesquisa no boletim direcionado aos funcionários do Cern este mês.


Enquanto as partículas se chocam no vasto complexo subterrâneo do LHC a energias cada vez maiores, os "extra bits do universo" --se é que eles existem como o previsto-- poderão ser vistos no computador, afirmam os teóricos.


O otimismo é crescente entre as centenas de cientistas que trabalham no Cern, ao longo da fronteira entre França e Suíça, numa experiência de US$ 10 bilhões, que inicialmente apresentou problemas, mas este ano vem cumprindo suas metas.


COLISÃO DE PRÓTONS


Em meados de outubro, disse o diretor-geral Rolf Heuer à equipe no último fim de semana, os prótons eram colididos ao longo do anel subterrâneo de 27 quilômetros a uma taxa de 5 milhões por segundo --duas semanas antes da data prevista para esse número.


No ano que vem, as colisões ocorrerão --se tudo continuar seguindo bem-- a uma taxa que produzirá o que os físicos chamam de "femtobarn inverso", mais bem descrito como uma quantidade colossal de informações para a avaliação dos analistas.


As colisões recriam o que aconteceu numa minúscula fração de segundo após o "Big Bang" primordial, 13,7 bilhões de anos atrás, que gerou o universo que conhecemos hoje e tudo o que ele contém.


Depois de séculos de observações cada vez mais sofisticadas da Terra, apenas 4% do universo é conhecido --porque o restante é formado pelo que tem sido chamado de matéria escura e energia escura (porque são invisíveis).


21/10/2010   -   08h28



Cientistas acreditam ter recuperado DNA do rei francês Luis 16

 

CIENCIA

 

DA AGENCIA EFE

Um grupo de cientistas do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) acredita ter recuperado o DNA de uma suposta amostra de sangue do monarca francês Luis 16, guilhotinado em 1793. Esse material estava conservado dentro de uma casca de abóbora que está em posse de uma família italiana há mais de um século.


 

 


Segundo o coordenador da equipe Carles Lalueza-Fox, do Instituto de Biologia Evolutiva, foi localizado o DNA mitocondrial e o cromossomo que supostamente eram do sangue do rei francês.

A amostra analisada corresponde a de um homem europeu cujos dados genéticos procedem de linhagens difíceis de encontrar nas bases de dados atuais.

 

 

20/10/2010   -   09h24



Luan Santana e Justin Bieber são iscas para enganar brasileiros no Orkut

 

TECNOLOGIA

 

Criminosos digitais estão usando as imagens dos cantores Luan Santana e Justin Bieber para estimular fãs a fornecerem dados de login e senha do Orkut.

 

As informações foram repassadas pela Symantec do Brasil, em nota, nesta segunda-feira (18). A empresa não forneceu números a fim de ilustrar quantos ataques ocorreram, contudo.

 


 

Segundo a companhia, o esquema era montado a partir de páginas falsas em português que simulavam a entrada na rede social, dando a entender que havia um perfil oficial dos artistas onde os internautas participariam de discussões, visualizariam fotos e até mesmo trocariam mensagens com as celebridades.

 

 

"Com os títulos de Justin Bieber-fans e Luan Santana-fans, o conteúdo foi colocado no ar por meio de serviços de hospedagem gratuitos", diz o comunicado.

 

"Caso alguém digitasse email e senha e tentasse logar, os dados eram repassados aos cibercriminosos, que então ou usavam as informações para aplicar outros golpes na rede social ou então as vendiam no mercado clandestino."

 

A companhia orienta que o usuário tenha uma solução de segurança ativa e instalada, que avise o internauta se o site é falso. Além disso, é recomendável que o usuário não clique em links cujas mensagens são suspeitas.

 

AGENCIA SÃO PAULO   -   19/10/2010   -  09h14

 

 

Universo pode acabar em 3,7 bilhões de anos, revelam astrofísicos

 

AGENCIA FRANCE PRESSE

 

O Universo poderá desaparecer em cerca de 3,7 bilhões de anos, revelam astrofísicos americanos e japoneses que questionam a teoria sobre a expansão permanente espaço-tempo.

 

"É improvável que o Universo acabe durante nossa vida, mas há 50% de possibilidade de que o tempo tenha um final em cerca de 3,7 bilhões de anos", assinalaram os cientistas.

 

Na opinião deste grupo de cientistas, certos métodos e hipóteses utilizados há muito tempo pelos astrofísicos, e seu recurso a um limite arbitrário para o tempo com o qual calculam as probabilidades de um universo de expansão infinita, levam de fato à conclusão de que o tempo terá um fim.

 

"Em outras palavras, este limite de tempo, considerado unicamente como ferramenta de cálculo estatístico, se comporta de fato como um evento físico real", explica Raphael Bousso, astrofísico da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA), um dos autores do estudo, publicado no site arXiv.org.

 

"Se esta conclusão não é correta, significa que uma das hipóteses do modelo matemático é errada, o que seria extremamente interessante para os astrofísicos, que durante tanto tempo a consideraram muito razoável."

 

"É muito importante compreender que não afirmamos nossa certeza sobre esta conclusão de que o tempo terá um fim, mas não podemos excluir a possibilidade de que isto ocorra", destacou Bousso.

 

Segundo a teoria amplamente aceita, o Universo nasceu do Big Bang, há cerca de 13,7 bilhões de anos, e se expande a uma velocidade que se acelera exponencialmente e até o infinito.

 

 

Máquina de realidade virtual muda cor e cheiro dos alimentos



 

Criada pelo professor Michitaka Hirose, a "MetaCookie+" é um "head mounted display" (dispositivo montado sobre a cabeça, uma espécie de 'capacete') que altera virtualmente a cor e o sabor dos alimentos. Na demonstração do aparelho, durante a Digital Content Expo, no Japão, um estudante da Universidade de Tóquio, saboreia um biscoito.

O que a MetatCookie+ faz é mudar a cor e o cheiro do alimento. Assim, o estudante come um biscoito, digamos, de baunilha, mas tem a sensação de estar comendo um de outro sabor, graças às mudanças provocadas pelo dispositivo de realidade virtual, que capta a imagem e altera a cor e o cheiro do biscoito.

O objetivo da criação de Hirose, professor na Universidade de Tóquio, é permitir que as pessoas provem sabores diversos de alimentos variados sem precisar tê-los em casa, informa a agência France Presse.

 

Estrela gigante explode e libera mais calor e poeira que luz

 


 

NASA/JPL-Caltech/R. Hurt


Astrônomos usando o telescópio Spitzer descobriram que uma estrela gigante, em uma galáxia a 3 bilhões de anos luz da Terra, terminou sua vida com uma explosão que gerou mais calor e poeira do que luz, ao contrário do que normalmente acontece com as supernovas. Cientistas acreditam que este evento, visto pela primeira vez, era mais comum no começo do Universo. Ele também indicaria o que aconteceria se a estrela mais brilhante da Via Láctea explodisse e virasse uma supernova. A supernova foi encontrada quando os astrônomos procuravam por buracos negros, que costumam ter áreas mais quentes. "Por seis meses, a supernova liberou mais energia do que nosso Sol poderá produzir em toda sua vida", disse um dos descobridores

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